A lista de poucos nomes do post Troca-troca vai ser incrementado. Ah, se vai…! Afinal, a 2° edição do Prêmio TopBlog 2010 vai vasculhar a blogosfera sustentável e selecionar os melhores. Segundo dados do evento, são 2,5 milhões de blogueiros se mobilizando na divulgação colaborativa. No site, um indexador de categorias já facilita muito a vida dos que procuram informação: são 256 blogs sobre o assunto. Veja aqui!

“Eu vivo + sustentável” é o preceito da campanha, amparado pelos quatro fundamentos da Carta da Terra: Respeitar e cuidar da comunidade de vida; Integridade ecológica; Justiça social e econômica e Democracia, não violência e paz.

Ah, os agentes da sustentabilidade também concorrem a prêmios semanais, basta mandar ideias curiosas sobre o tema. Confira no item Promoção.

Na 1° edição do TopBlog, a concorrência foi acirrada, foram 12 mil blogs inscritos. A Bahia foi representada na final da categoria Cultura pelo blog CinePipocaCult: bom cinema independente de estilo (3° lugar), do nosso diretor de arte Ari Cabral, em parceria com Amanda, sua esposa.

 Acessem o hotsite e confiram mais informações sobre o prêmio.

;)

 Re.utilizar é re.criar. Com vontade e domínio técnico, quem se solta é a criatividade. Há dois dias, na revista Super Interessante, saiu a notícia: condomínio popular de plástico? É cada dia uma surpresa. Quem desenvolveu a tecnologia foi a construtora Affresol, do País de Gales. Plásticos e minerais foram transformados em um material denominado Thermo Poly Rock. Com ele pronto, a construtora tratou de erguer o protótipo da casa e, nela, precisou de 18 toneladas de lixo. Tudo em pé.

Para chegar até o  Thermo Poly Rock, o plástico, primeiro, vira um material durável, leve e resistente, mais que o concreto, segundo a fonte. Enquadram tal material em placas, que se tornam paredes de sustentação das casas. Externamente, podem ser cobertas com tijolos ou pedras e, no interior, pode ter uma camada de isolamento térmico, semelhante a uma casa convencional. As telhas da casa de plástico também são recicladas.

Disseram que, em breve, o primeiro condomínio ambiental de plástico será lançado na Inglaterra.

  

Compartilhar é sempre bom. Que tal trocarmos algumas fontes de pesquisas?Após muita futucação no ciberespaço, encontramos algumas tantas referências nacionais. Isso é óbvio, ok. Mas, creiam, quase nada da Bahia (?). Não é possível. Sei que temos muitas ONGs, muitos voluntários pró – meio ambiente… E cadê a participação virtual? Talvez estejamos atrapalhados nesse caminho. Nos ajuda?  Sugira os melhores da sua lista. Só um porém, preferencialmente de Salvador.

Da nossa, lá vai!

Ecopolítica  A proposta é arrojada. O cientista político Sergio Abranches reflete temáticas ambientais associadas ao progresso social e desenvolvimento econômico. Ele tem twitter, siga lá: @abranches  

Lado C  Curiosidades, eco-atitudes e memória ambiental estão lá no Lado C. Qualquer homo sapiens, ignorantis ou consumens, pode se juntar à macacada para rir de coisa séria. Desvenda o que eles já falaram por lá.

O Eco Bem informativo. Hoje mesmo você pode conhecer o sulafricano Kumi Naidoo, o novo diretor executivo do Greenpeace, que já entoou o seu princípio: “Meio ambiente e direitos humanos fazem parte da mesma moeda”. Veja mais lá.

Faça sua parte Um coletivo de pessoas ativas vem divulgando dicas ambientalmente conscientes para tentar salvar o mundo.

Rodrigo Barba Para quem gosta de novidades de mercado, principalmente no universo do design, o publicitário Rodrigo Barba dá ótimas dicas. O post de hoje, por exemplo, traz os vestidos da estilista Gary Harvey, elegantemente feitos com “42 pares de calças jeans, 37 camisetas pretas, 30 exemplares do Financial Times, 28 jaquetas de camuflagem do exército, 26 casacos de nylon de jogadores de basebol, 21 sacos de roupas, 18 casacos de chuva, 10 vestidos de noiva e 7 camisetas havaianas. Todos materiais usados”.

Passou pela nossa cabeça que poderíamos guardar esta pauta para a edição verde da TudoBem. Ainda bem que não, afinal, a revista sairá em abril, dois meses após a folia momesca. A notícia já rodou pela blogosfera, redes sociais, sites jornalísticos e hoje é capa do jornal A Tarde. Parece que toda agitação, comércio, consumo e lixo, típicos da folia, foi  parar no fundo do mar da praia que o The Guardian elegeu como a terceira mais bonita do mundo: o Porto da Barra. 

 Mas, como Bernardo Musse, em Global Garbage, alerta: “Não tem alegria alguma no fundo da folia!”. Mais de 1.500 latas, garrafas de plásticos e lascas de abadás – com certeza entre outros apetrechos que ali não deveriam estar – foram catados por quatro mergulhadores voluntários, sem cilindro de ar, com sacos grandes e a bordo de duas pranchas de SUP (Stand Up Paddle).

  

 Em seu post-desabafo, Musse relata a impressão: “Da superfície o visual parecia com as imagens áreas que vemos dos blocos de carnaval durante a festa momesca. Só que ao invés de estarem pulando, dançando e se beijando ao som frenético e ensurdecedor dos trios elétricos, os foliões do fundo do mar estavam rolando de um lado para o outro numa mórbida coreografia, empurrados silenciosamente pelo balanço do mar, sem dança, sem alegria, sem vida e sem poesia”.

 

Deixando claro que não é contra o que é positivo no carnaval, ele contesta o paradoxo organizacional da festa endinheirada. “Sei que o comprometimento com os patrocinadores e aquela velha guerrinha de vaidades contra os carnavais de outros estados como Pernambuco e Rio de Janeiro, acabam conspirando para isso. Mas vejo aí um modelo cansado, super dimensionado, sem inovações socialmente positivas e remando na direção oposta ao desenvolvimento sustentável da nossa cidade”.

Nós, da TudoBem, somos mais alguns que questionam o modelo, pegando a ponga do já sugerido por Bia Casali, do Arte Social Online. A ideia é básica: – Grandessíssimas empresas, principalmente as cervejeiras, que vocês tomem tento e pratiquem ações sustentáveis não só de modo corporativista ou para a venda de produtos, mas estimulando, na sociedade, o retorno do que foi consumido, através da coleta seletiva em massa. É o que Bia indicou como Marketing para Causa Social.

Bernardo Musse deixa a “deixa” dos eventos do Porto, como “Música no Porto” e “Espicha Verão”, este último, por sinal, tem sido lindo na programação, porém muito mais interessante ficaria com algumas restrições (ou controles) na venda dos ambulantes.

 

E tudo isso por um simples motivo: “O fundo do mar não merece aquele bloco reluzente e, ao contrário do asfalto, o oceano costuma revidar violentamente as agressões sofridas”, intenciona Bernardo.

Né?

 

Ao invés de por a moedinha e levar aquele salgadinho crocante ou um refrigerante bem gelado, aproveitaram as vending machines para uma função prática e com preceitos sustentáveis. Você coloca latinhas usadas, garrafas pets ou sacos dos tais salgadinhos e ainda ganha um troco pela ação verde, que pode ser dinheiro ou cupons de desconto. Dentro das máquinas, os materiais são comprimidos e separados por tipo. Além disso, neles são instalados telas LCD, o que os tornam, também, veículos de mídia sustentável. Eles são bem populares na Noruega e Alemanha. Nos EUA, a Coca-Cola resolveu aderir à idéia. Tudo bem que não é no Brasil, mas serve de inspiração. Varejistas, se empolguem!

 

Outra dica para lá de internacional são as irreverentes cuecas de banana. Olha que ótimo! A empresa australiana AussieBum leva as honras. Na composição, 27% é fibra de banana, 64% é algodão e 9% é lycra, para garantir a elasticidade. Sean Ashby, o idealizador, explica: “A fibra de banana é leve, resistente e absorve bem a umidade do corpo. Por que não usar?”. Ele garante que vai liderar o mercado de “cuecas sustentáveis” para o futuro. Alguém conhece outra? Então, Ashby, seja bem-vindo!

PS: Os homens da redação liberaram este post… vê se pode? Só pq é dia da mulher…. Ai ai ai! Pena que não vende no Brasil!

 

As coisas que extraímos, usamos e descartamos há 20 anos motivam as investigações da especialista em saúde ambiental e sustentabilidade norte-americana Annie Leonard. As coisas nas fábricas (de onde vem) e dos lixões (para onde vão) de mais de 30 países formam o cenário de suas buscas anti-poluição.

Em A História das Coisas (The Story of Stuff) fala do impacto da exploração de materiais e seu consequente consumo na sociedade “ultra-moderna”, numa perspectiva econômica, ambiental e de saúde coletiva.   

Tem só 20 minutos e é bem passo-a-passo, claro e crítico. Veja abaixo! ;)

 

Leve o lixo de Nova Iorque para casa por US$ 50! Se for da alta estação, como do réveillon da Times Square – ou ter sido recolhido após a mega partida no estádio dos Yankee – o preço sobe, ops (!), dobra para US$ 100.

O catador de copo de café, latas de refrigerantes, restos de fast food, casca de banana, recibos, (…), (…), é próprio de Nova Iorque e se chama Justin Gignac.

Em meio às 11,8 toneladas que diz catar diariamente, escolhe peças raras para ajeitá-las numa caxinha de acrílico. Prontinha, tem uso como souvenir, tem conceito de arte e simbologias sustentáveis.

Pode pedir, o nome é Garbage of New York City! Conheça o projeto…

Siga o criador no Twitter -> @justingignac

Conheçe ações semelhantes em Salvador? Nos conte!

 

São Paulo tem o e-lixo.org  desde a última terça-feira (2). A iniciativa é do Instituto Sergio Motta, da Secretaria Estadual do Meio Ambiente e do Governo do Estado de São Paulo. O exemplo é ótimo e a vontade é que a Bahia imite!

Você coloca o CEP, n° da casa ou apto e o lixo que quer despejar: pilhas, baterias, celulares, microondas, carregadores e tudo mais que tenha elementos bioacumulativos. O Google Maps, associado a um banco de dados, mostra o local de coleta mais próximo do seu endereço. Ou seja, preguiçosos não têm mais desculpas.

O risco dos bioacumulativos é sugerido pelo nome. Acumulados na natureza, intensificam a concentração de substâncias tóxicas como chumbo, níquel, arsênico e mercúrio e ameaçam a água, o solo e o ar.

Imaginem 20 milhões de toneladas de lixo no mundo – especialmente de resto de comida -,  nossos dejetos mortais, misturado com os tais elementos bioacumulativos? Até os lençóis freáticos sofrem, coitados!

E mais! Depois de México e China, o Brasil é o país emergente que mais joga resíduos eletrônicos no mundo. Pois é.

 O situação é problemática, mas, para clarear, acesse o blog e-lixo.

Sobre nós! Bem, Salvador não está tão ciber, mas segue a relação de locais e-coletas. Conhece mais? Nos indique, ok?

JOSEVAL&JOANDRO ARAÚJO
R. do Carneiro, 54 – Nazaré, Salvador - BA/Tel.: 3241-1463; 3498-1967; 8896-9272; 8826-0323
NOKIA
R. das Acácias, 470, loja K – Pituba/Tel.: 2626-2848
MOTOROLA
Av. Tancredo Neves,  148, 1° piso -Shopping Iguatemi/ Tel.: 3450-0067
Av. Antonio Carlos Magalhães, 3663 – loja 18 -Hiper Bom Preço/Tel.: 3359-8422
PRODDUS PRODUTOS E SOLUÇÕES PARA INFORMÁTICA
Avenida Anita Garibaldi, 1.815, Ondina.
PRONTEC SERVÇOS DE NFORMÁTICA
Rua São Paulo, 759, Pituba.
QUATTRO INFORMÁTICA
Al. Benevento, 722-A, Pituba.

Galo ficou indignado: “Como assim? Esse povo tá doido!”

Realmente, a publicidade de um prédio na areia da praia de Guarujá, atropelando sombreiros, barracas e pessoas era demaissssssss para qualquer juízo menos tentador!

A nota foi vista no site do Clube de Criação de São Paulo (CCSP) e, ok, bastou ler a primeira linha para relaxar: A Lew’Lara\TBWA desenvolveu para o Instituto Akatu Pelo Consumo Consciente um projeto com o objetivo de gerar reflexão a respeito do impacto do consumo sobre o meio ambiente.

Ou seja, até por notícia a campanha serviu!

Um estande de vendas com maquete e detalhes do empreendimento residencial de luxo fictício atiçava as pessoas ao consumo pela seguinte pergunta: E se para ter um apartamento na praia, a praia tivesse que desaparecer? 

Um avião sobrevoava praias de São Paulo, Florianópolis, Rio de Janeiro e Recife e anunciava: Praia lotada nunca mais. Exclusive Beach. Visite nosso estande.

Os vendedores eram atores contratados; flyers, folders, brindes… até anúncios de jornais foram criados e, para completar, câmeras escondidas registravam a reação das pessoas.

Um dos diretores de criação da campanha, Felipe Luchi, explicou a intenção:

“No ímpeto de consumir, raramente paramos para refletir sobre o impacto daquilo. Por isso a decisão de se aproveitar de um sonho de consumo do brasileiro para expor isso”

Tudo pode ser visto no Fantástico do dia 28. Confira!

Ficha Técnica
Criação: Pedro Rosa e Roberto Kilciauskas
Direção de Criação: Victor Sant’Anna, Felipe Luchi, André Laurentino, Jaques Lewkowicz
Produção: Piloto
Direção: Daniel Soro / Alexandre Chalab
Atendimento: Luiz Lara, Marcio Oliveira, Ricardo Forli e Guilherme Bernardes
Planejamento: Daniel de Tomazo, Paulo Vita e  Tatiana Tsukamoto
Mídia: Luis Ritton e Francis Bego
Aprovação: Helio Mattar

abre_mundo

Você tem uma ecobag? Aposto que sim, se até  já não enjoou. Elas simbolizam uma alternativa para a continuidade do consumo: eu compro e não levo saco plástico para casa.

A cultura do excesso foi defina pelo filósofo francês Gilles Lipovetsky como o fenômeno da hipermodernidade e, pela sobrevivência da nossa sociedade capitalista, pequenas, médias e grandes empresas procuram táticas para hábitos menos agressivos em todo o ciclo de produção.

A pesquisa Comunicação e Sustentabilidade: O que sua organização pensa e faz nesta área? acompanhou esse processo em 25 empresas e revelou resultados positivos – para 85%, o objetivo da comunicação é compartilhar minhas melhores práticas; em 90%, a sustentabilidade está incorporada à estratégia de negócio e 85% do conteúdo de consciência ambiental é realizado pela gestão da empresa para os funcionários. Além disso, 30% das organização disseram usar guias ou manuais de redação e 100% sente a necessidade de uma publicação adequada à realidade brasileira.

Que chegou! O Guia de Comunicação e Sustentabilidade reúne, em seis capítulos, “um conjunto de valores e práticas que deve ser incorporado ao posicionamento estratégico das empresas para definir posturas, permear relações e orientar escolhas”.

Segue o link para o seu bom poveito!

 

Conversou com a plantinha?

O caso é o seguinte: coloque o sensor próximo a sua raiz preferida e deixe lá para ele medir a umidade do solo. Se, por acaso, a indicação não for satisfatória, os sensores irão enviar a mensagem para um software que, por sua vez, tuíta sobre a necessidade da água. Olha que moderno, olha que maravilha!
Agora não tem [...]

Ô de casa! Tudo bem?

Que bom! Então, nos ajude.

Após a folia da edição carnavalesca, lançamos um desafio que nem no mundo está maduro: sustentabilidade. A TudoBem virá de cara bem verde, enquadrando esse grande ponto fraco do momento  – todos viram que, na hora do sim, tudo passou na imprecisão… (COP-15, dezembro de 2009).
Pois bem. A TudoBem não é nenhum [...]

#04 – Verão

A TudoBem nasceu no carnaval de 2009 e está completando um ano de bem com a vida. Aliás, não poderia ter época melhor para o nascimento de uma revista como a nossa, que adora falar bem de tudo.
Quem nos acompanha desde a edição zero, sabe que não gostamos de briga, de fofoca, de mentira, nem [...]

#03 – Propaganda

Já que o tema desta edição é propaganda, vamos fazer nosso comercial. Nossa revista recebe elogios de um monte de gente, nosso site tem centenas de visitas todo mês e nosso twitter ganha novos seguidores todos os dias. Ainda bem que a TudoBem está indo muito bem.
Obrigado a todos que acreditam em nosso jeito de [...]