Ô de casa! Tudo bem? « Revista Tudo Bem
Ô de casa! Tudo bem?

Que bom! Então, nos ajude.

Após a folia da edição carnavalesca, lançamos um desafio que nem no mundo está maduro: sustentabilidade. A TudoBem virá de cara bem verde, enquadrando esse grande ponto fraco do momento  – todos viram que, na hora do sim, tudo passou na imprecisão… (COP-15, dezembro de 2009).

Pois bem. A TudoBem não é nenhum mobilizador universal, mas quer estar nas pequenas ações: fazer xixi no boxe, lavar a mão e não secar, depositar lixo no carro/bolsa/mochila, não usar copo descartável, dizer um ‘nãozinho’ (!) ao consumo, etc…

Também quer ir atrás dos verdadeiros fazedores de ideias, produtos e serviços sintonizados com o meio ambiente. Quanto mais curioso, melhor.

Recicle seu pensamento com a gente!

No Twitter da @revistatudobem, @mari_franca nos indicou o projeto Arte Social, @Mari_Publicis quer saber das ideias sustentáveis no varejo de Salvador e @santocaetano sobre os benefícios da doação de papel jornal.

E VOCÊ, o que sugere?



  1. Thaís Muniz on quinta-feira 25, 2010

    Olá!
    Gostaria de sugerir a senhora Graça Muniz, que durante 5 anos desenvolveu um tipo de revestimento interno para casa que é feito a partir do papel, e dispensa o cimento, a massa corrida, e a tinta, porque pode receber a tonalidade que você precisar na hora do processo de feitura.

    ;)

  2. Hudison Vieira on quinta-feira 25, 2010

    Sou grande admirador do design e recentemente tava dando uma olhada na versão online da revista e achei fantástica a facilidade que tiveram para unir a notícia, layout e inteligencia Ã
    criatividade.

    Parabéns aos textos que são show!

    Muito mais sucesso…

  3. Hudison Vieira on quinta-feira 25, 2010

    Sobre minha sugestão, sou muito a favor da utilização de pneus já utilizados e garrafas plasticas usadas, na construção civil, Ela, inserida na obra, dispensa quantidade de bloco e cimento, retirando esses materiais tão “dispensados” pelo homem, da agressão a natureza.

  4. Ari on quinta-feira 25, 2010

    Não só isso, a reutilização de pneus já é utilizada na confecção de calçados e de instrumentos esportivos, como sacos de boxe e tatames para artes marciais. A minha sugestão é sobre a troca de eletrodomésticos que, apesar de termos uma das energias elétricas mais limpas do mundo, ajuda a economizar. Bom pro bolso e bom pra natureza! Aliás, soube que existe um programa do governo para a troca de eletrodomésticos velhos e carros gastadores e poluentes. É verdade?

  5. Hudison Vieira on quinta-feira 25, 2010

    É verdade sim Ari, eu conheço apenas sobre eletrodomesticos. Uma geladeira velha na compra de uma nova vale de R$ 200,00 à R$ 400,00 reais, ou seja, vc comprando uma geladeira nova de R$ 1.500,00, terá um desconto de R$ 400,00 entregando a sua antiga.
    Essa campanha é feita diretamente com a coelba, então o desconto vem na conta de energia todo mês. =D. Sobre os carros, eu desconheço, afinal, carro que polui demais, é multado e detido.

  6. redacao on quinta-feira 25, 2010

    Ah, legal. No Brasil, acho que não dá para adotar o modelo norte-americano/europeu/japones (né?) de despejar os eletrônicos nos lixos das ruas, bem novinhos, para os felizardos darem o bote. Aqui, tudo se desgasta mais e mais, e o grande problema dos eletrodomésticos antigos é que emitem o tal clorofluorcarbono (CFC). O governo tem o programa de troca de geladeiras para população pobre, que reduz em até R$ 100 a conta de luz e ainda ajuda o meio ambiente. A Boch, entre outras empresas, também fazem o troca-troca.
    Alguem sabe mais?

  7. Guilherme Grillo on quinta-feira 25, 2010

    Bem, indico procurarem o pessoal que montou aquela árvore de Natal da Coca-cola no final do ano passado no novo parque da Pituba (antigo Clube Português). Além de unir o design à reciclagem, a idéia foi muito forte aos que passaram por ali ao longo de todo o período natalino. Muito legal. De quebra, dá p/ fazer alguma matéria sobre quem faz a reciclagem do aço em salvador, quanto se paga aos catadores de latinha, etc.

    Abraços.

  8. ArteSocialOnLine on quinta-feira 25, 2010

    Êa! Bem vindo a tarefa ! difusão de novos comportamentos, atitudes e práticas. Eco.lógico que eu tô afim de COOPERAR!
    AGENTE AMBIENTAL – Surpreenda-se com o valor irrisório recompensado aos catadores/agentes ambientais pelo montante recolhido de material reciclável. Que tal falar sobre condições precárias de Tb (falta EIP – Equipamento de Proteção… luvas, máscara…). Empregos verde é legal…
    PNEU – Acumula muito espaço no aterro sanitário. Vantagem para as concessionárias que os administram. Na Europa, devido à limitação de espaço, o cidadão paga pelo lixo gerado pós consumo.
    COELBA. Ai ai Coelba… senti falta, no seminário de meio ambiente organizado por tal, abordarem assuntos ligados a energia, a mudança climática. Toda problemática tem a raiz na matriz energética (limpas e sujas). O projetinhos deles … além de ficarem bem na fita, reduziu o prejuízo financeiro causado pelo excesso de “gato” estimulado pelas contas altas do meu povo. Certificação ecoeficiênte é legal Tb!. Bem, vale sim conhecer o case do Programa de Resp. Social da Coelba. Envolvem bem os stakeholdes no processo de incorporação do tema.

  9. ArteSocialOnLine on quinta-feira 25, 2010

    Stakeholders (em português, público de relacionamento)
    é um termo usado para designar pessoas, empresas, instituições e comunidades que influenciam ou são influenciadas pelos resultados de uma organização: acionistas, funcionários, fornecedores, credores, clientes, governo e sociedade, entre outros.
    Fonte: http://www.ecodesenvolvimento.org.br

  10. Tâmara on quinta-feira 25, 2010

    Uma pergunta: alguem sabe para onde está indo os eletrodomesticos recolhidos pela coelba? para alguma oficina de reciclagem com tratamento consciente ou em algum aterro onde o tal clorofluorcarbono fica exposto às derivas de natureza?